A Copa do Mundo de 2026 exigirá atenção redobrada de brasileiros que pretendem assistir aos jogos nos três países-sede. Para entrar nos Estados Unidos, no México e no Canadá, será necessário seguir as regras migratórias de cada país, e no caso dos EUA o processo costuma envolver formulário DS-160, pagamento de taxa, agendamento e entrevista consular.[3][7]
Como o torneio será disputado em território compartilhado, o torcedor brasileiro pode precisar de documentos diferentes conforme o destino de cada etapa da viagem. Isso significa que a aprovação para um país não dispensa, automaticamente, a autorização exigida pelos outros dois, o que torna essencial planejar o roteiro antes de comprar passagem e hospedagem.[3][8]
O que muda para quem vai acompanhar jogos em mais de um país
A edição de 2026 será realizada nos Estados Unidos, México e Canadá, e isso impacta diretamente o controle de entrada de estrangeiros. Para o público brasileiro, a principal consequência prática é simples: a documentação deve ser verificada país por país, porque cada governo mantém sua própria política migratória e seus próprios critérios de admissão.[3][8]
Nos Estados Unidos, o site oficial de vistos informa que viajantes de outros países geralmente precisam obter um visto antes da entrada, e o sistema de agendamento exige que o número de confirmação do DS-160 seja válido e corresponda exatamente aos dados informados no cadastro.[3][7] Desde 24 de junho de 2025, inconsistências nesse número ou nos dados podem impedir o prosseguimento do agendamento da entrevista.[7]
Como o processo americano costuma funcionar
Para brasileiros que vão incluir os Estados Unidos no roteiro da Copa, o caminho básico continua sendo o visto de não imigrante, com preenchimento do DS-160, criação de conta no sistema de agendamento, pagamento da taxa e comparecimento aos compromissos marcados.[1][7] Em orientações publicadas por fontes de apoio ao solicitante, o processo normalmente inclui também coleta de foto e digitais no CASV e entrevista no consulado.[1][2]
Entre os documentos mais citados para o visto de turismo estão passaporte válido, confirmação do DS-160, comprovante de pagamento e foto recente, além de provas de vínculos com o Brasil e capacidade financeira, como extratos, contracheques e documentos de patrimônio.[1][2] O site da representação diplomática dos EUA no Brasil reforça que o solicitante deve usar o sistema oficial e preencher as informações de forma idêntica às do DS-160.[3][7]
O ponto mais importante para o torcedor brasileiro
Na prática, quem pretende ver jogos da Copa de 2026 precisa tratar o visto como parte central do planejamento da viagem, e não como detalhe final. O risco de deixar para depois é chegar perto do evento sem margem para entrevista, emissão ou eventual correção de pendências no processo americano.[2][7][8]
Para o leitor brasileiro, a orientação mais segura é conferir as exigências oficiais de cada país com antecedência, já que a logística da Copa vai combinar deslocamentos internacionais e controles migratórios distintos. No caso dos Estados Unidos, as regras oficiais já indicam que dados inconsistentes no agendamento podem travar o processo, o que torna ainda mais importante revisar formulários e documentos antes de seguir para a etapa presencial.[7][3]
📚 Fontes
Nota: As informações deste artigo são para fins educativos. Sempre verifique dados atualizados em fontes oficiais antes de tomar decisões importantes.